Rafael Perpétuo

O artista mineiro, nascido em 1983, participa da exposição com uma série de seis desenhos que dão novos significados a imagens de revólveres.  Ele fala aqui sobre os trabalhos:

Os trabalhos de Perpétuo (brancos, centro) ladeados pelos de Julia Debasse (à esquerda) e o quebra-cabeças de Gisela Milman

“Fiz os desenhos em 2008 para minha individual no Palácio da Artes, em Belo Horizonte,  junto com mais três vídeos e um áudio. Eles são uma síntese dos conceitos que me interesso em trabalhar, independente da mídia usada. Gosto de pensar sobre estas representações, principalmente de paradigmas (sejam sexuais, morais ou éticos). Também como um desvio como a cor, um detalhe ou a posição podem alterar este signo de forma a resignificá-lo.

No caso dos revólveres, uma imagem de poder “desarmada” a ponto de parecer frágil e delicada. Como de fato pode ser, afinal, pois uma arma é usada para demonstrar poder perante o medo ou algum sentimento do tipo. Eu me interesso por esta relação de disputa, de afirmação e controvérsia”.

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